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A alma do embrião humano

Autor: Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

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A alma do embrião humano
A questão da animação e o fundamento ontológico da dignidade de pessoa do embrião


Tese de doutorado em Bioética defendida em 3 de março de 2013 no Ateneu Pontifício Regina Apostolorum (Roma).

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O momento em que a alma espiritual é criada e infundida no corpo humano (animação) é uma questão crucial para a dignidade de pessoa do embrião.

Escrevi esta tese com a intenção de hornar "Jesus vivendo em Maria" na forma de embrião e de defender os demais embriões humanos criados à imagem e semelhança dele.

O autor

 

"Faço votos que a iniciativa seja um instrumento valioso e prático para a formação da consciência do clero e dos fiéis, como também dos grupos engajados na promoção e na defesa da vida, desde a sua concepção até o seu fim natural".

Dom João Wilk

Bispo Dioceseno de Anápolis

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Descobrindo a castidade (Livro)

Autor: Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

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(104 p.; 11,5 x 17 cm)

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Os castos não abortam. A luta contra o aborto exige uma sólida formação para a castidade. Graças a Deus, mais e mais os jovens estão descobrindo o valor e a beleza de um namoro puro, de um matrimônio fiel, perpétuo e fecundo.

Neste livro busco falar aos jovens sobre a sacralidade do corpo humano, da união sexual e da vida gerada nessa união.

O  conteúdo deste livro é maior que o do CD do mesmo nome.

O autor

"Faço votos que a iniciativa seja um instrumento valioso  e prático para a formação humana e santificação dos nossos jovens".

Dom João Wilk

Bispo Diocesano de Anápolis

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Júlia, a anencéfala que deixou saudades

juliacapa(Júlia, recém-nascida, já batizada, olhando para sua mãe Carla)

Júlia é uma criança anencéfala nascida em Anápolis (GO), em 04 de março de 2010, às 7h30min. Foi batizada logo após o parto.

A mãe foi trazida em uma maca para se despedir da filha, conforme desejava. Júlia morreu cerca de uma hora após o nascimento.

Seus pais tomaram a decisão de amá-la até o último momento, rejeitando a "solução" do aborto que lhes fora proposta.

Este DVD mostra imagens dos últimos momentos de vida de Júlia, assim como depoimentos de seus pais Carla e Kleber.

"Pedi muito a Deus que eu queria vê-la antes de morrer. Era o meu maior desejo. Poder dar o Batismo para ela, ficar com ela por um momento que fosse..."

"Eu sinto saudade da minha filha. Não há nada que preencha o espaço dela".

"Mas se eu tivesse feito aborto, não me ajudaria em nada... e sim teria piorado muito mais a minha situação".
(Carla, mãe de Júlia)

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Ideologia de gênero: o neototalitarismo e a morte da família

Autor: Jorge Scala

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Tendo tido a honra de traduzir do espanhol a excelente obra “IPPF: a multinacional da morte”, de Jorge Scala, deparo-me agora com outro livro valioso do mesmo autor, já traduzido para o português, sobre a “ideologia de gênero”.

Em nossa língua poucos são os que compreendem a origem, o significado e o perigo de tal ideologia. Não tivemos ainda, por parte do episcopado brasileiro, um documento semelhante ao produzido pela Conferência Episcopal Peruana “La ideología de género: sus peligros y alcances” (1998). Ao contrário, não são poucas as vezes em que membros da hierarquia católica em nosso país fazem uso – inadvertidamente, é claro – de termos emprestados àquela ideologia. Falar de desigualdade de gênero, opor-se à homofobia, não aceitar discriminações contra os homossexuais, dividir as pessoas em homossexuais e heterossexuais, tudo isso se encontra em escritos de zelosos pastores de almas, inocentes úteis nas mãos de uma doutrina tão perniciosa.

Como já destacara em sua obra “IPPF: a multinacional da morte”, Jorge Scala torna a advertir-nos sobre o perigo do jogo de palavras, que não é inocente, mas faz parte de um engenhoso plano tático de infiltração ideológica.

Adverte-nos o autor que não devemos de falar de gênero quando nos referimos a pessoas, mas simplesmente de sexo. Gênero é um conceito ideológico que tenta anular as diferenças e aptidões naturais de cada sexo.

A população se divide em homens e mulheres, não em homossexuais e heterossexuais. Esta última classificação é perigosa, pois tende a colocar no mesmo nível uma anormalidade (o homossexualismo) e a normalidade sexual, como se tudo fosse mera questão de legítima opção.

Não se deve falar, sem mais, que a Igreja é contrária à discriminação aos homossexuais. O Catecismo da Igreja Católica teve o cuidado de distinguir: “evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta” (n.º 2358). O texto supõe, portanto, que a Igreja admite discriminações justas para com os homossexuais. E de fato admite. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Comunhão, enquanto não abandonarem seu pecado (o que vale também para qualquer outro pecado grave). Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.

Tampouco um cristão deve dizer que se opõe à homofobia, pois este vocábulo pejorativo foi criado para designar as discriminações justas.

O erro fundamental da ideologia de gênero, como nos ensina Jorge Scala, é a negação da natureza humana em matéria sexual. Não há, segundo tais ideólogos, um homem natural nem uma mulher natural. Masculinidade e feminilidade são meras construções sociais, que podem (ou devem) ser desconstruídas. O casamento entre um só homem e uma só mulher (heterossexualidade obrigatória) é visto não como a união natural entre dois seres complementares e fecundos, mas como mera convenção da sociedade. A família é uma instituição a ser abolida. Faz-se isso dando novo sentido a essa palavra. Família deixa de ser o “santuário da vida”[1] e passa a designar qualquer aglomerado de pessoas (no futuro, também animais?), com qualquer tipo de comportamento sexual (incluindo a pedofilia?), orientado ou não à procriação. A vida deixa de ser sagrada, para ser o produto do encontro casual de um macho e uma fêmea da espécie humana. A promoção do aborto, portanto, é coerente com a defesa da desestruturação da família e faz parte da agenda de gênero.

O Brasil tem-se destacado vergonhosamente pelo apoio maciço a essa ideologia. E isso nosso governo tem feito por todos os meios: realizando Conferências Nacionais de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBT); apoiando as horrendas paradas de “orgulho” (sic) homossexual; produzindo material educativo (?) de “combate à homofobia” e distribuindo-o a crianças e adolescentes nas escolas; apoiando a “união estável” e o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo; lutando perante a ONU e a OEA pela proibição internacional de toda discriminação (justa ou injusta) aos que praticam o vício contra a natureza.

Faço o leitor notar que Jorge Scala foi o primeiro autor de que tive notícia a admoestar sobre o perigo da expressão “planejamento familiar”[2], termo esse sistematicamente evitado pelo Santo Padre e pela Cúria Romana, mas amplamente usado por sacerdotes, bispos e até por Conferências Episcopais. Em vez de “planejamento familiar” (termo cunhado pelos fautores da cultura da morte e que inclui aborto, esterilização e anticoncepção), os católicos devem falar em paternidade responsável, um termo caro ao Magistério da Igreja, que significa não só o espaçamento dos filhos (por razões graves e com respeito à lei moral), mas também a abertura à bênção de uma família numerosa.

No presente livro sobre a “ideologia de gênero”, Jorge Scala conserva sua habitual precisão dos termos, sua clareza na exposição dos temas e sua crítica sistemática a cada uma das teses. Conclui com um convite à esperança, uma vez que tal ideologia, como todas as outras, está fadada à desaparição. Cabe a nós lutarmos contra ela a fim de minimizar seus danos ao ser humano, à família, à sociedade e sua ofensa à soberania de Deus.

Creio que a leitura deste livro será muito proveitosa a todos aqueles que lutam em defesa da vida e da família. Queira Deus que ele seja amplamente difundido e lido em nossa pátria tão ferida e ameaçada pela cultura da morte.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis.



[1] JOÃO PAULO II, Encíclica Evangelium Vitae, n. 92.

[2] Cf. Introdução (p. 11-12) de seu livro IPPF: a multinacional da morte, Anápolis: Múltipla, 2004.

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De volta ao lar

do feminismo à realidade

Autora: Mary Pride

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É maravilhoso ver como a autora descobriu o verdadeiro e insubstituível papel da esposa e mãe como "trabalhadora do lar".

Lindo o amor que ela tem aos filhos, como uma bênção absoluta de Deus, cujo número não pode ser limitado pelo capricho humano.

Impressionante a condenação não apenas do aborto, mas também da anticoncepção, como pecado contra a natureza.

Seu amor à família numerosa, a descoberta de que a mulher não foi feita para "competir" com o homem, mas para cooperar com ele, sua desilusão com o feminismo, tudo isso torna essa obra algo de precioso para as esposas cristãs.

 

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  • Valor 31,00
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O princípio da ação com duplo efeito e sua aplicação à gravidez ectópica

Autor: Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz


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Com 88 páginas, tamanho 15,5 x 22,5 cm , o livro acima é a dissertação de Mestrado (“Licenza”) apresentada pelo Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz na Faculdade de Bioética do Ateneu Pontifício Regina Apostolorum (Roma), em 24 de abril de 2009.

Este livro pretende ser útil aos operadores de saúde que frequentemente ficam perplexos diante de um embrião que se implanta fora do útero (gravidez ectópica). Que fazer nesse caso sem violar o direito da criança à vida?

O princípio da ação com duplo efeito é uma ferramenta poderosa de que dispomos para resolver questões intrincadas de bioética, como essa, quando um ato em si bom, praticado com boa intenção, produz um efeito mau indesejado, mas inevitável. O desconhecimento ou o conhecimento imperfeito desse princípio pode levar a consequências desastrosas do ponto de vista moral.

O objetivo da presente obra é expor a doutrina da ação com duplo efeito e verificar a legitimidade de sua aplicação às diversas terapias hoje disponíveis para a gravidez ectópica, em especial para a gravidez tubária (na trompa de Falópio).

Um capítulo especial é dedicado à cirurgia de transplantação da criança da trompa para o útero (conversão tubário-uterina), uma técnica cirúrgica existente desde 1915, mas pouco conhecida e pouco aplicada. Espera-se que a leitura deste livro pelos médicos estimule a pesquisa e o aperfeiçoamento dessa cirurgia. Espera-se ainda o importante apoio dos veterinários, que poderão fazer experimentação em modelos animais.

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Aborto na rede hospitalar pública: o Estado financiando o crime

Autor: Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

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Com 144 páginas, tamanho 15,5 x 22,5 cm , o livro acima é A monografia jurídica apresentada pelo Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz perante a Banca Examinadora da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás (UFG), em 10 de novembro de 2006, como exigência para obtenção do grau de bacharel em Direito. Foi aprovada com a nota máxima, e a professora orientadora sugeriu sua publicação.

A idéia central é a da inexistência do aborto "legal" no Brasil, após uma minuciosa análise do artigo 128 do Código Penal à luz da hermenêutica jurídica, do Direito Constitucional, do Direito Internacional e do Direito Natural.

Assim, o aborto permanece crime mesmo se praticado em mulher grávida em decorrência de estupro ou a pretexto de salvar a vida da gestante. E o Estado, guardião da legalidade, está traindo sua missão ao colocar o Sistema Único de Saúde à disposição da população para a prática do aborto.

Há estudiosos e operadores do Direito que gostam de decorar e transmitir fórmulas. Por exemplo:

O nascituro não é pessoa. Só tem expectativa de direitos. No Brasil, o aborto é legal quando não há outro meio para salvar a vida da gestante. Também é legal quando a gravidez resulta de estupro. Em tais hipóteses, a prática do aborto é um direito da gestante e um dever do Estado...

Este livro não serve para quem está satisfeito com os enunciados acima, sem se dar ao trabalho de questioná-los.

Contrariando aquilo que os manuais costumam ensinar nas faculdades, esta obra reflete criticamente sobre tais afirmações à luz da hermenêutica jurídica, da Constituição Federal, do Direito Internacional, do Direito Administrativo e, sobretudo, do Direito Natural. E chega às seguintes conclusões, entre outras:

O nascituro é pessoa. Tem direitos atuais. No Brasil o aborto é crime em qualquer hipótese, incluindo aquelas em que há isenção de pena. O estado de necessidade em nenhum caso justifica o aborto diretamente provocado. O Estado, ao colocar o Sistema Único de Saúde à disposição da população para praticar aborto, está financiando o crime.

Chegar a essas conclusões só é possível para quem não se contenta em ser mero receptor passivo e repetidor mecânico de fórmulas. Em resumo: este livro só serve para quem não tem medo de pensar.

 

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IPPF: a multinacional da morte

Autor: Jorge Scala

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(Leia este arquivo gratuitamente em formato PDF)

É verdade que o aumento de população acarreta pobreza?
Por que se fala tanto em "explosão demográfica"?
Quem tem interesse no controle de natalidade?
Quantos dólares são investidos no Terceiro Mundo para promover o aborto, a esterilização e a anticoncepção?
O que é o "Relatório Kissinger"?
Quais os principais organismos internacionais que promovem o controle demográfico?

O livro acima, de 400 páginas (15,5cm x 23cm), responde a todas essas perguntas e ainda a várias outras. Fixa sua atenção sobretudo na maior rede internacional de controle de população: a Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF), com suas filiais espalhadas por 180 países, inclusive no Brasil (com o nome de BEMFAM).
À IPPF o autor argentino Jorge Scala dá o cognome de "multinacional da morte".
A qualidade do livro reside na abundância de informações, na precisão da linguagem e na clareza com que expõe as questões morais, como a anticoncepção, o aborto e a eutanásia.
Não há, até agora, em língua portuguesa, uma outra obra que se a esta iguale quanto a tais temas.
A tradução foi feita de acordo com a segunda edição em língua espanhola, de 1997. O tradutor acrescentou um apêndice específico para a realidade brasileira do ano 2004. Se você é pró-vida, este livro não pode faltar em sua biblioteca.

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Descobrindo a castidade (Palestra)

Autor: Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

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Os castos não abortam. A luta contra o aborto exige uma sólida formação para a castidade. Graças a Deus, mais e mais os jovens estão descobrindo o valor e a beleza de um namoro puro, de um matrimônio fiel, perpétuo e fecundo.

Este disco apresenta a palestra "Descobrindo a Castidade", onde tento falar aos jovens sobre a sacralidade do corpo humano, da união sexual e da vida gerada nessa união.

 

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O "livro de ouro" ao alcance de todos

 (uma explicação popular do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem)

Autor: Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

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Quando se falava da beleza e da importância do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, conhecido como "o livro de ouro", escrito por São Luís Maria Grignion de Montfort, muitos se apressavam em comprá-lo para ler e fazer a consagração a Maria ensinada pelo autor.

Mas um bom número de fiéis queixava-se de não entender a linguagem do santo, seja pelo seu estilo, seja pelas citações em latim, e aproximava-se de mim para que eu lhes "traduzisse" a mensagem em linguagem popular.

Isso que eu tentava fazer oralmente a quem me procurava, tentei fazer por escrito em 1996 e desejo agora, nesta segunda edição, fazê-lo com mais perfeição. Este livrinho deve ser lido tendo ao lado o Tratado de São Luís, para que se possam acompanhar as citações. Nesta segunda edição, procurei explicar com mais detalhes o sentido teológico da consagração bem como a avaliação que faz dela o saudoso São João Paulo II. Acrescentei ainda a resposta a várias objeções, além daquelas que foram respondidas na primeira edição.

Este livro não substitui a leitura do Tratado, mas poderá ajudar a compreender e a pôr em prática seus valiosíssimos ensinamentos.

Se com este pequeno escrito, uma só alma amar mais a Maria e decidir consagrar-se a ela, já ficarei alegre. Se essa alma for a sua, comunique-me, para que nos alegremos juntos.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

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